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Manuel Barroso: general chavista acusado de corrupção atua no Brasil

Walter Barreto

Walter Barreto

Manuel Barroso: general chavista acusado de corrupção atua no Brasil
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Barroso entrou na sede diplomática da Venezuela no Brasil depois que delegados de Guaidó tentaram controlar o prédio.

“Intrusos invadiram o território sagrado da Venezuela e estão dentro de nossas instalações. Estou aqui com o general Barroso, um amigo militar venezuelano”, diz Freddy Meregote, gerente de negócios de Nicolás Maduro no Brasil, que, junto com outros oficiais, se entrincheiraram na sede diplomática da Venezuela em Brasília após os representantes, nomeados por Juan Guaidó, entrarem no local na quarta-feira, 13 de novembro.

O general Manuel Antonio Barroso Alberto, 51 anos, vestido no vídeo acima com uma jaqueta azul e vermelha, é o adido militar de Maduro no Brasil. Mas ele nem sempre se dedicou às atividades diplomáticas.

Entre 2006 e 2013, ou seja, durante sete anos, ele foi presidente da Comissão de Administração de Câmbio (Cadivi), órgão responsável pelo roubo de centenas de milhões de dólares, conforme denunciado pelo ex-ministro de Hugo Chávez, Jorge Giordani.

O também ex-ministro e oficial militar venezuelano Hebert García Plaza, que rompeu com Chavismo em 2015 e denunciou crimes contra a humanidade no regime Maduro, acusou Barroso no ano passado de ser “o protegido de Diosdado Cabello“. 

O ex-funcionário também observou que, como resultado das manobras ocultas de Barroso durante seus anos na administração pública “o clã de Cabello se escondeu no Brasil, como adidos militares desde 2015“.

Barroso trabalha com Cabello desde 2001 no Gabinete do Secretário da Presidência, na Vice-Presidência da República e como diretor geral do gabinete no Ministério de Infraestrutura, segundo o portal Poderopedia.

O venezuelano chegou ao Brasil em fevereiro passado, pouco menos de um mês depois que Guaidó jurou ser o novo presidente da Venezuela, uma vez que a Assembleia Nacional daquele país ignorou o mandato que Maduro iniciou em janeiro passado, segundo o jornal local Infobae.

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