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Marina perde espaço entre evangélicos para Bolsonaro

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Marina tem 12% das intenções de voto entre os fiéis dessas igrejas, porcentual igual ao obtido com os católicos; na eleição passada, suporte nesse segmento era de 43%.

Única evangélica entre os principais candidatos a presidente nas eleições 2018, a candidata da Rede ao Planalto, Marina Silva, perdeu o embalo do crescimento do eleitorado dessa religião desde 2014.

Segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, hoje ela tem entre os evangélicos apenas 12% das intenções de voto, porcentual igual ao obtido entre os católicos ou seguidores de outras religiões.

Há quatro anos, o quadro era muito diferente.

Quando disputou a Presidência em 2014, Marina tinha desempenho acima da média entre evangélicos: 43%, 12 pontos porcentuais a mais do que a taxa registrada entre os católicos.

No cenário real, ou seja, sem a participação do presidiário Lula, a candidata da Rede tem 12% das preferências no eleitorado total. Ela está oito pontos porcentuais atrás de Jair Bolsonaro, do PSL.

 

Adaptado da fonte Estadão
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