Matéria na DW classifica Bolsonaro como aventureiro, populista, autoritário e ultraconservador

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O autor Guilherme Henrique resolve falar do assunto que mais assusta a mídia globalista no momento: “a nova onda conservadora no Brasil”

O jornalista começou a matéria citando uma pesquisa divulgada pelo Ibope:

 De acordo com o levantamento, 54% dos brasileiros têm posições tradicionais em relação a questões como legalização do aborto, casamento entre pessoas do mesmo sexo, pena de morte e redução da maioridade penal.

A partir daí, Guilherme passa a utilizar opiniões de intelectuais esquerdistas para justificar esse suposto avanço do conservadorismo brasileiro.

Um dos professores ouvidos, Luiz Felipe de Alencastro, diz que uma classe média amargurada com a ascensão social dos pobres é a responsável pela famosa onda conservadora:

Eu acho que é uma gente que se sentiu ameaçada por uma ascensão social de pessoas mais modestas. Os últimos debates sobre concentração de renda mostram que os ricos continuaram ricos, e os pobres avançaram em detrimento da classe média. Isso levou a uma exacerbação dessa mentalidade quase de apartheid social.

Na parte final do texto, o jornalista da DW solta todo seu veneno e deixa transparecer o objetivo por trás da matéria:

Pesquisas de intenção de voto nas eleições presidenciais de 2018 colocaram o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), ferrenho defensor da ditadura militar, do autoritarismo e de ideias ultraconservadoras, como vice-líder na corrida eleitoral, atrás de Luiz Inácio Lula da Silva, que ainda não tem sua candidatura confirmada.

O professor Alencastro, após atacar a classe média brasileira, deu como certa a derrota de Bolsonaro e não poupou adjetivos negativos para o Deputado Federal:

Esse é um tipo de candidato que não suporta dois turnos. O caso de Marine Le Pen [candidata populista de direita na França] tornou isso muito evidente. Ela era muito mais profissional [que Bolsonaro], e mesmo assim o primarismo e a agressividade ficaram perceptíveis nos debates. Bolsonaro é muito pouco profissional do ponto de vista da própria expressão do autoritarismo dele. É um populista no pior sentindo da palavra.

 Com informações de: (1)

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