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Médicos contestam críticas ao governo Bolsonaro na revista Lancet

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Médicos contestam críticas ao governo Bolsonaro na revista Lancet
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“Europa inteira tem uma impressão que o Brasil nunca fechou nada”, diz médico brasileiro.

Um grupo de médicos do Brasil respondeu ao editorial da revista científica Lancet que criticou as ações do governo Jair Bolsonaro durante a pandemia de coronavírus

Em carta enviada por 22 profissionais da saúde, os médicos dizem que o texto tem viés partidário e que as críticas foram mais duras ao Brasil do que a outros países. 

Em entrevista à rádio Jovem Pan, o médico Júlio Pereira Lima repudiou o fato de uma das revistas mais importantes da medicina ter se apegado à política: 

“Não tem um mês que essa revista não tenha um editorial político. Em fevereiro de 2019 — Bolsonaro assumiu em 1 de janeiro — eles já previam que o Bolsonaro ia destruir com o SUS, fala mal do Mandetta e que o Brasil ia aumentar a tuberculose. Ela sugere que a população vá às ruas, causando aglomerações, para tirar o governo. Ou seja, um revista inglesa fazendo um editorial disso, então achamos ridículo isso.”

Lima afirma ainda que recebeu apoio de outros médicos, inclusive do próprio Reino Unido, e que textos como o da revista passam uma impressão negativa sobre o Brasil: 

“A Europa inteira tem uma impressão que o Brasil nunca fechou nada. Que o Bolsonaro é louco, que deixou tudo aberto, o que não é verdade. Mas a ideia passada é essa.”

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