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Exportação de médicos rende R$ 42 bilhões à ditadura de Cuba por ano

Atualmente, a ditadura cubana mantém 50.000 profissionais de saúde espalhados por 67 países.

O Ministério de Saúde cubano decidiu há uma semana se retirar unilateralmente do programa Mais Médicos, que desde 2013 trouxe milhares de profissionais de saúde ao Brasil.

A justificativa utilizada por Cuba foi o posicionamento do presidente eleito Jair Bolsonaro, mas telegramas recentes deixaram claro que a ditadura comunista tinha medo que o futuro chefe de Estado descobrisse as irregularidades por trás do programa.

A exaustiva cobertura da mídia estatal cubana sobre o retorno dos médicos que estavam no Brasil sublinham a importância da chamada “diplomacia dos jalecos brancos”.

O envio de profissionais da saúde cubanos para países mundo afora representa o último reduto do internacionalismo cubano, mas também a principal fonte de receita da ilha.

A ditadura comunista fica com cerca de 75% dos salários dos médicos. Cuba, que atualmente tem 50.000 profissionais de saúde espalhados por 67 países, fatura por essa via 11 bilhões de dólares (42 bilhões de reais) ao ano.

 

Adaptado da fonte ELPAÍS

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