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Medidas de Maduro devem acelerar hiperinflação na Venezuela

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Ao aumentar os salários de forma tão agressiva e anunciar uma taxa de câmbio criptografada, o ditador Nicolás Maduro parece estar reconhecendo a derrota do governo na batalha para sustentar a moeda.

O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, aumentou os salários pela quinta vez este ano e disse que o objetivo é fixar os preços para a incipiente conversão a uma criptomoeda no país, parte de um pacote de medidas que, segundo economistas, deve acelerar a hiperinflação. Reforma econômica terá início nesta segunda-feira (20) com a emissão de uma nova moeda, o bolívar soberano, que terá cinco zeros a menos.

Ele estabeleceu o novo salário mínimo mensal em 1.800 bolívares soberanos, a nova moeda que entra em vigor hoje. Isso representa um aumento de 3.000% em relação ao salário de pouco mais de 5 milhões de bolívares estabelecido em junho, ainda na moeda antiga, mas o valor continua em torno de US$ 30 na taxa amplamente utilizada do mercado paralelo.

Para aumentar a confusão, Maduro disse que tem a intenção de fixar salários, preços e pensões em petro – uma criptomoeda anunciada em fevereiro que ainda não começou a circular.

 

Adaptado da fonte Estadão
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