Membro da Antifa é morto após apontar armas para policiais em escola

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Membro da Antifa é morto após apontar armas para policiais em escola
JOÃO GUILHERME
JOÃO GUILHERME
Estudante e interessado em política, história e religião.

Charlie Landeros tinha um histórico de ativismo de extrema-esquerda, de acordo com fontes locais.

Um membro de uma organização de extrema esquerda ligada à Antifa foi morto depois de apontar uma arma contra policiais em uma escola de Eugene, no estado do Oregon. O caso aconteceu há pouco mais de 2 semanas, nos Estados Unidos.

De acordo com o KOIN, “um homem envolvido em uma disputa de guarda foi morto pela polícia de Eugene na Cascade Middle School na sexta de manhã. As autoridades foram chamadas pouco antes das 10:30 da manhã (horário local) para retirar o homem da escola, mas, enquanto era encaminhado à saída, ele sacou uma arma.”

Charlie Landeros estaria na escola por ter perdido a guarda do seu filho. Segundo a polícia, ele carregava uma pistola e munições 9mm em sua mochila.

Além de ter um histórico de ativismo de extrema-esquerda, sendo, por exemplo, adepto do uso de “pronomes neutros”, Charlie era membro do Community Armed Self Defense (CLDC), um grupo que teria sido criado como “um espaço livre e inclusivo para que todos os oprimidos possam aprender sobre legítima-defesa”, segundo a página do grupo no Facebook, que foi desativada.

Mensagens encontradas na página do grupo e posteriormente arquivadas por usuários mostram que a organização era abertamente contra a polícia, falando que “a polícia não está aqui para nos proteger. É mais provável que eles nos machuquem do que ‘sirvam para nos proteger’.”

Charlie também era membro do United Front: Families Resisting & Organizing Nonviolently Together, organização ligada à Antifa. A conexão entre ele e o grupo ficou explicita após um post feito na página da organização vir à tona, dizendo: “Há uma semana, a polícia de Eugene matou nosso amigo e camarada, Charlie Landeros. Charlie era um líder comunitário, um professor, um ativista sem medo de dar a cara à tapa, um parceiro amado, um pai empenhado e um bom amigo”.

O grupo também acusa a polícia de estar escondendo informações do público e do CLDC. A polícia, por outro lado, divulgou as filmagens (CUIDADO: imagens sensíveis) do momento em que Charlie estava sendo conduzido, mostrando que ele não cooperou com as ordens policiais.

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