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Mensagens apontam que Moro consultou Lava Jato quando já era ministro

'Exagero', diz Sergio Moro sobre preocupação com novo COAF
Imagem: Marcelo Fonseca/FolhaPress

As mensagens estão transcritas exatamente como foram redigidas em grupo do Telegram.

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O ex-juiz federal Sergio Moro manteve contato com procuradores da força-tarefa da operação “Lava Jato” quando já havia deixado a magistratura e ocupava o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública do governo do presidente da República, Jair Bolsonaro.

A informação está presente em mensagens de um grupo do Telegram chamado “Filhos de Januário”.

O grupo, que é formado por integrantes da Lava Jato, teve mensagens obtidas por hackers e apreendidas pela operação “Spoofing”, da Polícia Federal (PF), que apura a invasão de celulares de autoridades e a prática de crimes cibernéticos. 

O conteúdo foi divulgado pela emissora CNN Brasil, nesta segunda-feira (1º), que teve acesso aos documentos.

Uma mensagem de 20 de janeiro de 2019 mostra que Moro comunicou ao procurador Deltan Dallagnol, então coordenador da força-tarefa em Curitiba, que participaria do Fórum Econômico Mundial, em Davos

Moro pediu uma lista de países com os quais o Brasil não tinha acordo de cooperação internacional para investigações.

“Estarei em Davos na semana, pode me dizer sucintamente com quais países ainda temos dificuldade com cooperação, Hong Kong por exemplo forneceu aquelas provas? Você descobre e me passa por favor?”, escreveu Moro.

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