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Mensagens atribuídas a Santos Cruz eram falsas, diz PF

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Porta-voz da Presidência nega demissão de Santos Cruz
Imagem: Reprodução/Folha

Santos Cruz foi primeiro ministro militar a cair do governo Bolsonaro, em junho de 2019.

A Polícia Federal (PF) concluiu que são falsas as mensagens de WhatsApp que contribuíram para demissão do general Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria de Governo, pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

À época, o militar afirmou que as mensagens eram forjadas. Nesta terça-feira (28), após saber do resultado da investigação sobre as mensagens, Santos Cruz disse que “agora é ir atrás de quem fez isso aí”.

A troca de mensagens teria ocorrido na manhã do dia 6 de maio de 2019, um dia depois de Santos Cruz ter se reunido com Bolsonaro em meio a uma onda de críticas do escritor Olavo de Carvalho aos militares do governo, informa o jornal Estadão.

O interlocutor, não identificado, pergunta: “General, como foi lá ontem? Resolveu?”. A resposta enviada é “Nada. Ele ficou insistindo no vídeo”, escreve o número atribuído ao, na época, ministro. 

“Mas eu disse na cara dele que isso era coisa do desequilibrado do filho dele e do frouxo do Fábio”, se referindo ao vereador e filho do presidente, Carlos Bolsonaro, e, provavelmente, ao chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), Fábio Wajngarten, segundo o site Diário de Pernambuco.

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