Governo Mekel é criticado por sugerir restrições a não vacinados

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Alemanha diz que tem a responsabilidade de proteger a saúde de seus cidadãos.

Helge Braun, chefe de gabinete do governo da Alemanha, afirmou que a administração de Angela Merkel estuda a aplicação de restrições a pessoas que optarem por não tomar alguma vacina contra o novo coronavírus.

Em entrevista ao jornal Bild am Sonntag, no último sábado (24), Braun fez uma declaração que foi alvo de duras críticas de políticos opositores:

“As pessoas vacinadas definitivamente terão mais liberdade do que as pessoas não vacinadas.”

Braun acrescentou que tais restrições seriam legais porque “o Estado tem a responsabilidade de proteger a saúde de seus cidadãos”.

O comentário do chefe de gabinete alemão gerou críticas até mesmo dentro do próprio partido democrata-cristão de Merkel.

O candidato para substituir Merkel como líder da Alemanha, Armin Laschet, disse que se opõe a quaisquer requisitos formais ou informais de vacina por enquanto.

Em entrevista à emissora alemã ZDF, neste domingo (25), Laschet declarou:

“Não acredito em vacinações obrigatórias e não acredito que devamos exercer pressão indireta sobre as pessoas para que sejam vacinadas.”

E acrescentou:

“Em um país livre, há direitos à liberdade, não apenas para grupos específicos.”

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