Merkel rotula 8 mil manifestantes de membros da “extrema-direita”

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A chanceler da Alemanha é acusada de ter aumentado a insegurança no país após abrir as portas para mais de 1 milhão de imigrantes ilegais.

Angela Merkel pediu aos alemães, nesta segunda-feira (3), que se mobilizem contra o “ódio” propagado pela “extrema-direita” que tem ganhado terreno.

Steffen Seibert, porta-voz do governo, disse a repórteres:

O que nós infelizmente testemunhamos nos últimos dias, incluindo durante o fim de semana, essas marchas de extremistas de direita e neonazistas preparados para a violência, não têm nada a ver com o luto de um homem, mas visam a enviar uma mensagem de ódio contra estrangeiros, políticos, policiais e imprensa livre.

E ressaltou:

Precisamos deixar claro: todo cidadão pode tomar a palavra e tomar uma posição contra a divisão de nosso país.

O porta-voz reagiu, assim, a uma nova passeata organizada no sábado (1) por várias organizações direitistas nas ruas de Chemnitz, que reuniu 8.000 pessoas para denunciar a morte de um alemão de 35 anos morto a facadas por imigrantes ilegais.

A Justiça da Alemanha prendeu um requerente de asilo iraquiano de 22 anos e um suposto cúmplice sírio pelo caso.

Segundo o governo da chanceler Angela Merkel, os milhares de cidadãos presentes no vídeo abaixo são extremistas de direita:

Adaptado da fonte AFP
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