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México acaba com pensões vitalícias de seus ex-presidentes

México tenta acabar com pensões vitalícias de seus ex-presidentes

Uma lei que põe fim às pensões vitalícias dos ex-presidentes mexicanos, que até então recebiam cerca de US$ 10 mil mensais, entrou em vigor nesta terça-feira (6).

A medida foi aprovada pelo Congresso, predominantemente de esquerda, e era uma promessa de campanha do presidente eleito Andrés Manuel López Obrador, que tomará posse no próximo dia 1º de dezembro.

Durante a corrida presidencial do mês de julho, que levou à vitória de López Obrador com 53% dos votos, o futuro chefe de Estado enalteceu a medida de abolir as pensões presidenciais como um dos principais compromissos para reduzir os gastos do governo.

O benefício havia sido criado por um acordo presidencial do governo de Miguel de la Madrid (1982-1988) e, desde então, era pago aos ex-presidentes Luis Echeverría (1970-1976) e Vicente Fox (2000-2006).

Felipe Calderón, que governou entre 2006 e 2012 também recebia a pensão mas a doava a uma organização de ajuda a crianças com câncer. Carlos Salinas de Gortari (1988-1994) e Ernesto Zedillo (1994-2000) abriram mão do benefício.

 

Adaptado da fonte RFI

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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