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Michael Wolff, autor de livro anti-Trump, foge de entrevista ao vivo

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O controverso escritor anti-Trump, Michael Wolff, parece estar finalmente com a imagem desgastada na elite midiática depois de passar semanas nos holofotes de todos os veículos da velha imprensa.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, classificou o livro de Wolff, “Fogo e Fúria“, como “fofocas de tabloides” com “alegações falsas e fraudulentas. Surpreendentemente, depois de muito tempo, vários membros da grande mídia finalmente parecem concordar com ela em alguma coisa.

Ao promover o livro no programa “Real Time with Bill Maher” da HBO, Wolff disse que estava “absolutamente seguro” de que o presidente Trump estava tendo um caso extraconjugal e, de forma provocadora, deu a entender que seu livro revelava o nome da amante se você “ler nas entrelinhas“.

Os detetives da Internet apontaram rapidamente para a embaixadora das Nações Unidas Nikki Haley, que foi forçada a negar publicamente a especulação. Wolff tentou desconversar e criar ainda mais confusão ao dizer que “Nikki Haley escolheu negar vorazmente algo de que não foi acusada“.

O colunista do Washington Post, Erik Wemple, ridicularizou Wolff, dizendo que ele deveria simplesmente ter admitido que seus comentários no programa de Bill Maher foram impróprios e disse que o autor se gabou de escrever “milhões de palavras sem emitir uma correção“.

O repórter do jornal Axios, Jonathan Swan, tuitou sobre Wolff: “Deve ser divertido escrever e dizer o que quer sob a bandeira de “não-ficção”, com zero verificação de fatos ou decência básica“.

Hoje (26), durante entrevista ao programa The Today Show da televisão da Austrália, Michael Wolff fingiu estar com problemas técnicos e saiu correndo para não responder pergunta sobre sua acusação envolvendo Donald Trump e Nikki Haley.

“Você disse durante uma entrevista na TV no mês passado que você estava ‘absolutamente certo’ de que o presidente Donald Trump está atualmente tendo um caso pelas costas da primeira-dama. E, eu repito que você disse que estava ‘absolutamente seguro’.” O apresentador do programa Ben Fordham continuou: “Você deve ao presidente e a primeira-dama uma desculpa?”

Fordham repetiu sua pergunta, mas Wolff fingiu que não estava ouvindo: “Eu não estou escutando nada“.

O repórter australiano declarou:

Nós estávamos nos ouvindo bem um pouco antes. Sr. Wolff estava me ouvindo antes, mas ele não está me escutando… parece que a entrevista acabou.

O escritor Michael Wolff tirou o fone de ouvido e saiu do set. O programa analisou o áudio e revelou que Wolff ouviu a pergunta perfeitamente.

Esta gravação do nosso estúdio de Londres revela que não houve problemas de áudio e Wolff podia ouvir claramente“, escreveu a conta oficial do Twitter do programa.

Apesar de todos os sinais apontando para a falta de credibilidade do escritor Michael Wolff, a grande mídia tratou o livro de fofocas como uma obra biográfica para satisfazer as fantasias do público esquerdista. O livro foi destaque até na cerimônia do Grammy.

Com informações de: [FoxNews]

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