Grande mídia dos EUA alerta sobre número de PMs mortos no Rio

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Jornal Washington Post publico matéria sobre a violência no Brasil com o título: “Uma outrora famosa favela do Rio agora está em guerra”.

De acordo com o jornal norte-ameriano:

Rocinha, a maior favela do Rio de Janeiro, foi uma vez ascendente, um símbolo de fortunas crescentes em uma nação que finalmente parecia no caminho rápido para a grandeza. Mas, um pouco mais do que um ano depois que o Rio recebeu os Jogos Olímpicos, esse otimismo está desaparecendo em uma onda de violência urbana.

Em todo o Rio, pelo menos 120 policiais foram mortos em 2017. Até dezembro, foram mortas 6.590 pessoas – a maior taxa em quase uma década. Impulsionada por escândalos de corrupção e problemas econômicos, a “Cidade maravilhosa” está a flutuar. A força policial está quebrada.

Os jornalistas acertaram que a polícia do Rio de Janeiro está quebrada, mas erraram no número de oficiais mortos em 2017.

A matéria do Washington Post acrescenta:

Na Rocinha, os moradores usam aplicativos de celular para rastrear disparos. As escolas fecharam ou reduziram suas horas por causa da violência. Em setembro, o exército foi chamado para ajudar a pacificar as ruas. Em novembro, estudantes ficaram presos dentro de suas casas por causa dos tiros, incapazes de fazer o equivalente dos SATs [ENEM].

O caos na favela de quase 200 mil pessoas reflete uma praga nacional. O Brasil sofreu um recorde de 61 mil mortes violentas em 2016, uma cifra maior do que a perda de vida estimada naquele ano na guerra civil da Síria. Embora os números não sejam diretamente comparáveis – o Brasil tem 10 vezes mais pessoas do que a Síria – a carnificina ainda é extraordinária.

 

Com informações de: (1)

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