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Mídia financiada por Soros impulsiona movimento #EleNão

A melhor maneira de entender o movimento feminista #EleNão é conhecer o que um dos principais impulsionadores da hashtag tem a dizer sobre Jair Bolsonaro (PSL).

Mídia Ninja, fundada por Pablo Capilé, se declara um veículo de jornalismo independente, mas o seu histórico de doadores desmente totalmente esta proposição.

Afinal, se apresentar como uma mídia sem amarras enquanto seu nome já constou na lista de pagamento de um dos principais financiadores da esquerda internacional é um tanto quanto contraditório.

É o que nos conta uma matéria do Instituto Liberal de São Paulo (ILISP):

Uma das principais mídias de esquerda “contra o grande capital internacional” confirmou que é financiada por um dos maiores bilionários e financiadores da esquerda pelo mundo, o húngaro-americano George Soros.

Em artigo publicado em seu site oficial após matéria do ILISP divulgar que o “Mídia Ninja” recebeu apenas no último ano (de agosto de 2015 a agosto de 2016) o valor de $80.000 (R$ 250.000,00) da Open Society Foundation de Soros para divulgar as ideias de esquerda pelo país, o “Mídia Ninja” informou que “realizamos um projeto em parceria com a fundação citada, assim como realizam, com a mesma fundação, dezenas de outras iniciativas progressistas e de mídia livre no Brasil e em todo o mundo”.

Ao mesmo tempo em que se define como uma mídia independente “contra o grande capital internacional”, a Mídia Ninja já recebeu fundos de um dos maiores capitalistas do planeta.

Figura ainda pouco conhecida no país, George Soros financia pesquisas, faz lobby por todo o globo através de organizações não-governamentais, fomenta revoltas políticas, impulsiona a agenda globalista, e consegue moldar a narrativa propagada pela maior parte da grande mídia.

Recentemente, a principal organização do magnata, a Open Society Foundations, chegou a ser expulsa da Hungria, a sua terra natal. Em discurso, o primeiro-ministro húngaro Viktor Orban deixou claro quem é Soros e qual sua missão.

 

Mídia Ninja e o movimento #EleNão

Agora que vocês já conhecem um pouco mais sobre um dos nomes que já financiaram o jornal em questão, não é surpresa nenhuma ver a Mídia Ninja trabalhando intensamente na divulgação do movimento feminista contra o presidenciável direitista Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo as palavras de uma matéria publicada pela Mídia Ninja nesta sexta-feira (28):

Na medida em que as eleições presidenciais do Brasil se aproximam, uma onda crescente de manifestações contra o candidato de ultra direita Jair Bolsonaro se espalha pelo mundo.

Impulsionados principalmente por mulheres, os protestos denunciam o caráter violento, fascista, misógino, racista, machista e homofóbico de Bolsonaro.

O jornal está fazendo uma campanha direcionada para promover a manifestação. Apenas ontem foi possível contabilizar mais de 20 tuítes da Mídia Ninja divulgando a hashtag #EleNão.

Analisando as publicações, é possível verificar que existe uma equipe focada trabalhando na produção de conteúdo para promoção do movimento anti-Bolsonaro.

No fim da noite de sexta, em seu canal no Twitter, a mídia confirmou que lançou um projeto em parceria com o perfil @IdeaFixa para desenvolvimento de artes do movimento “Ele Não.

Ainda nesta sexta, o jornal demonstrou intensa satisfação ao ver a cantora pop Madonna declarar apoio à hashtag #EleNão.

A Mídia Ninja destacou a participação de outras celebridades internacionais no movimento e classificou Bolsonaro como uma “ameaça latino americana”. Segundo o texto:

Depois de Cher, Dua Lipa, Diplo, Ellen Page e tantos outros artistas internacionais se posicionando em meio a ameaça latino americana que está na disputa à presidência da República, Jair Messias Bolsonaro, hoje foi a vez de Madonna, a nova celebridade internacional a se pronunciar à favor da campanha #EleNão.

Madonna apareceu na foto contra Bolsonaro com a boca tampada e uma inscrição “liberdade”. Além do #EleNão, ela adicionou #EndFacism (acabe com o fascismo).

Renova Mídia também publicou uma matéria sobre a adesão da estrela internacional ao movimento feminista, e aproveitou para deixar um questionamento interessante: será que o Palácio do Planalto está em risco?

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