Mídia globalista entra em colapso após Trump retuitar vídeos de ataques praticados por muçulmanos

A forma como o presidente dos EUA mantém a imprensa sob seu controle é impressionante. Um simples retuíte é capaz de causar um alvoroço internacional.

Nesta quarta-feira (29), por volta das 09:45 da manhã, Trump retuitou 3 vídeos publicados pela conta de Jayda Fransen, política britânica conservadora líder do partido Britain First, classificado pela mídia tradicional como extrema-direita.

Você já deve ter ouvido falar de Jayda, propaguei um vídeo sobre ela meses atrás no twitter da RENOVA.

Os vídeos propagados por Donald Trump mostram ações covardes praticadas por adeptos do islamismo:

a) imigrantes muçulmanos espancando um garoto holandês
b) radical destruindo imagem da Virgem Maria
c) gangue islâmica jogando homossexual do topo de um prédio.

Alguns minutos após os tuítes, a mídia globalista entrou em colapso. As principais críticas dos jornalistas tiveram como base o fato de Jayda Fransen ser, segundo eles, uma extremista de direita.

A maior parte das mídias tradicionais brasileiras utilizaram o termo “antimuçulmano” para classificar os tuítes de vídeos reais de adeptos do islamismo cometendo atrocidades.

Como deveríamos classificar um muçulmano que destrói símbolos sagrados do cristianismo? “Anticristão”?

Com toda certeza, o objetivo de Trump ao retuitar os vídeos foi alcançado com sucesso.

Milhares de jornalistas da grande mídia mundo afora criticando a fonte dos vídeos e ignorando os atos de extremismo praticados por muçulmanos.

Publicamos uma notícia sobre um caso semelhante, ontem (28) na Alemanha,  quando políticos tentaram censurar deputado direitista no Parlamento alemão por ler notícias de crimes cometidos por imigrantes islâmicos.

Este é um padrão que está sendo seguido à risca por todo globo. A ditadura do politicamente correto luta diariamente para impedir que informações sobre atos criminosos realizados por adeptos da “religião da paz” sejam divulgados.

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *