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Ministra comenta relações do Brasil com China, EUA e Índia

Tereza Cristina rebate acusação de liberação recorde de agrotóxicos

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“Existem contratempos, mas temos como nossa meta proteger o agronegócio dentro do governo”, diz ministra.

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou, neste domingo (19), do programa “O Brasil Pós-Pandemia: A Retomada” na emissora CNN Brasil.

Cristina disse que é necessário defender a agricultura dentro do governo Jair Bolsonaro: 

“Tenho respaldo do presidente e uma interlocução muito franca com os outros ministros. A Ásia é nosso maior cliente, sendo a China o mais importante. Existem contratempos, mas temos como nossa meta proteger o agronegócio dentro do governo.”

A ministra acrescentou:

“Cada um [ministro] defende o seu espaço e o seu segmento, mas estamos indo bem e os números das exportações mostram isso. A China é o grande puxador dessas compras pelo tamanho que tem de população, que precisa ser alimentada. Ser ministra é administrar contratempos.” 

Em seguida, Cristina também comentou sobre as relações do agronegócio brasileiro com o dos Estados Unidos:

“Eles são muito pragmáticos: primeiro os Estados Unidos, depois o resto do mundo. Somos amigos deles, temos muitos interesses conjuntos, mas no agronegócio competimos de igual para igual.”

A Índia também foi alvo de comentários da ministra da Agricultura:

“A Índia é uma parceira que temos que começar a tratar bem e entender melhor. A esperança era fazer um trabalho mais efetivo neste ano, vejo muita oportunidade.”

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