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Ministro do Meio Ambiente rebate ofensiva de ONGs

Ministro do Meio Ambiente rebate ofensiva de ONGs

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“A narrativa de certos ongueiros profissionais reflete seu descontentamento com o fim da farra das verbas e cargos”, afirmou Salles.

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão recebeu, nesta terça-feira (20), uma representação assinada por 51 ONGs ambientalistas com um pedido de averiguação de improbidade administrativa do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

A razão do pedido é o suposto aumento da devastação da Floresta Amazônica e a “omissão do ministério diante da gravidade da situação”, informa a revista Exame.

Segundo o site Diário do Poder, o ministro Salles negou que haja omissão por parte do governo federal:

“A narrativa de certos ongueiros profissionais reflete seu descontentamento com o fim da farra das verbas e cargos. Seguimos firmes no combate às atividades ilegais.”

As ONGs ambientalistas perderam poder e principalmente acesso fácil ao dinheiro público após a posse do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Em conversa com jornalistas, nesta quarta-feira (21), Bolsonaro disse que ONGs podem estar envolvidas com queimadas na Amazônia por terem perdido recursos e estarem buscando atingi-lo.

Como noticiou a RENOVA, o chefe do Executivo declarou:

“Nós tiramos dinheiro de ONGs, 40% ia para ONGs. Não tem mais. De modo que esse pessoal está sentindo a falta do dinheiro. Então pode, não estou afirmando, ter ação criminosa desses ongueiros para chamar atenção contra minha pessoa, contra o governo do Brasil.”

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