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Ministro mantém 20 anos de cadeia para Eduardo Azeredo

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Capa: Dida Sampaio/ESTADÃO

Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça, rejeitou pedido liminar da defesa do ex-governador de Minas sentenciado pelo ‘Mensalão tucano’ para suspender efeitos da condenação.

O ministro Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta terça-feira (10) pedido de liminar que tentava suspender os efeitos da condenação a 20 anos e dez meses imposta pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) ao ex-governador mineiro Eduardo Azeredo (PSDB) pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro no esquema que ficou conhecido como Mensalão Mineiro. As informações são da assessoria do STJ.

Segundo Mussi, não foi demonstrada ocorrência de constrangimento ilegal no processo que condenou Azeredo. “É cediço que o deferimento do pleito liminar em sede de habeas corpus, em razão da sua excepcionalidade, enseja a demonstração e comprovação, de plano, do alegado constrangimento ilegal, o que não ocorre in casu”, afirmou o magistrado.

O caso foi analisado através de um habeas corpus apresentado nesta segunda-feira, 9, pela defesa de Azeredo. Nele, a defesa alegou diversas nulidades no julgamento do TJMG e, além da liminar para suspender os efeitos da condenação, solicitou, no mérito, um novo julgamento da causa pela corte de origem.

Segundo o Ministério Público Federal, Azeredo foi um dos principais beneficiados no esquema de caixa dois montado para a sua campanha de reeleição ao governo de Minas Gerais em 1998.

 

Com informações de: [Estadão]
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