Ex-ministros envolvidos com Odebrecht proibidos de deixar o Peru

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O caso Odebrecht envolve no Peru a primeira linha política do país, pelos subornos pagos entre 2005 e 2014 e pelas doações irregulares com as quais supostamente financiaram campanhas dos principais líderes políticos e candidatos à presidência.

Os ex-ministros fujimoristas Jaime Yoshiyama e Augusto Bedoya e o ex-presidente da Confederação Nacional de Instituições Empresariais Privadas (Confiep) Ricardo Briceño não poderão sair do Peru por seis meses, enquanto são investigados por supostamente receber dinheiro da Odebrecht para financiar a campanha à presidência de Keiko Fujimori.

O juiz Richard Concepción, titular do 1º Juizado de Investigação Preparatória Nacional, aprovou na madrugada deste domingo (18) a proibição de saída do país, solicitada pelo promotor José Domingo Pérez, em audiência que se prolongou por cerca de seis horas.

Os dois ex-ministros e o empresário são acusados de crime de lavagem de dinheiro, por supostamente receber US$ 1,2 milhão para financiar de maneira irregular a candidatura à presidência de Keiko Fujimori em 2011.

Segundo o testemunho do ex-diretor da Odebrecht no Peru Jorge Barata, Yoshiyama e Bedoya teriam recebido US$ 500 mil cada um, enquanto Briceño embolsou US$ 200 mil da construtora brasileira quando era presidente da Confiep.

Richard Concepción baseou sua decisão no risco de fuga que existe para os três investigados.

 

Com informações de: [JP]

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