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Moraes cita ‘Gabinete do Ódio’ em despacho

Moraes defende inquérito das fake news e nega censura
Imagem: Reprodução/Twitter

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Ministro aponta que empresários financiaram uso de robôs para disseminar ataques.

Em sua decisão que autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão no âmbito do inquérito das fake news, nesta quarta-feira (27), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou o suposto “Gabinete do Ódio”.

No despacho, o ministro definiu o grupo como “associação criminosa” o grupo rotulado pela imprensa como como “gabinete do ódio”:

“As provas colhidas e os laudos periciais apresentados nestes autos apontam para a real possibilidade de existência de uma associação criminosa, denominada nos depoimentos dos parlamentares como ‘Gabinete do Ódio’, dedicada a disseminação de notícias falsas, ataques ofensivos a diversas pessoas, às autoridades e às Instituições, dentre elas o Supremo Tribunal Federal, com flagrante conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática.”

Moraes apontou indícios de que um grupo de empresários atua de maneira velada financiando recursos para a disseminação de fake news e conteúdo de ódio:

“Também há informações de que os empresários aqui investigados integrariam um grupo autodenominado de ‘Brasil 200 Empresarial’, em que os participantes colaboram entre si para impulsionar vídeos e materiais contendo ofensas e notícias falsas com o objetivo de desestabilizar as instituições democráticas e a independência dos poderes.”.

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