Moro critica tentativa de conectar Bolsonaro ao caso Marielle

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Moro critica tentativa de conectar Bolsonaro ao caso Marielle
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram executados há exatamente um ano, em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, falou sobre os novos desenvolvimentos no caso da execução da vereadora psolista Marielle Franco.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, Moro disse acreditar na “existência de mandantes” responsáveis por ordenar a execução da vereadora do Rio de Janeiro.

Na terça-feira (12), o policial militar reformado Ronnie Lessa foi preso por suspeita de ser o executor do crime. O carro usado na ação foi dirigido pelo ex-policial Élcio Queiroz, como você viu na RENOVA.

Durante a entrevista, o ministro da Justiça negou enfaticamente qualquer vínculo entre o círculo do presidente da República, Jair Bolsonaro, e os assassinos de Marielle:

“Primeiro, não existe nenhuma relação entre o presidente e familiares com essas pessoas que cometeram esse crime. Isso sequer é cogitado, não tem nenhuma hipótese nesse sentido. Pelo contrário, o que existe é uma aspiração, tanto do governo federal, como do governo estadual para que os fatos sejam esclarecidos.”

Bolsonaro disse na terça-feira (12) que está “interessado em saber quem mandou matar” a vereadora psolista.

“Acredito que não existe crime impossível. Coisa rara. Pode investigar, espero que a apuração leve de fato ao mandante”, disse o chefe do Executivo.

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