Moro discute com biógrafo de Lula durante depoimento

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O juiz federal da Lava Jato sugeriu que o escritor Fernando Morais, testemunha de defesa do presidiário Lula, estava fazendo ‘propaganda de Lula’ durante depoimento no caso do sítio Atibaia.

Fernando Morais foi ouvido nesta segunda-feira (11) como testemunha de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na ação penal que envolve o sítio em Atibaia (SP).

Autor de “Olga” e “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, o escritor também está escrevendo um livro sobre o petista.

De acordo com informações da Gazeta do Povo:

O escritor contava que, a partir de 2011, passou a acompanhar o ex-presidente em viagens que fazia ao exterior para realizar palestras. Foi então que relatou um encontro de Lula com o cantor Bono Vox, que teria comparado o petista a Nelson Mandela.

Segundo Morais, o artista teria dito a jornalistas: “Depois da morte do Mandela, só existe no mundo uma pessoa capaz de juntar ricos e pobres, pretos e brancos, gordos e magros, e essa pessoa se chama Luiz Inácio Lula da Silva”.

Neste momento, Moro interveio. “Essa questão tem relevância para o caso por qual motivo, doutor?”, perguntou ao advogado do ex-presidente, Cristiano Zanin.

Zanin argumentou que a reputação do acusado é importante para o processo, dando início a uma discussão entre defesa e juízo. “Não sei se incomoda Vossa Excelência a questão da reputação”, disse o advogado. “Só não acho que o processo deve ser utilizado para este tipo de propaganda”, respondeu Moro, provocando uma reação indignada no escritor. “Propaganda!?”

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