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Moro diz que pediu ‘máximo empenho’ à PF no caso Adélio

AGU pede retorno da investigação sobre quem financia defesa de Adélio
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Moro disse que “solicitou à PF o máximo empenho” no caso do esfaqueamento de Bolsonaro.

Em depoimento à Polícia Federal (PF), o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, comentou sobre as investigações do caso Adélio Bispo, autor do atentado contra o então candidato Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora, interior de Minas Gerais.

Na conversa com a PF, que também contou com a presença de membros da Procuradoria-Geral da República (PGR), Moro declarou:

“A Polícia Federal de Minas Gerais fez um amplo trabalho de investigação e isso foi mostrado ao Presidente ainda no primeiro semestre do ano de 2019, numa reunião ocorrida no Palácio do Planalto.”

O ex-ministro disse que, nesta reunião, o chefe do Executivo “não apresentou qualquer contrariedade em relação ao que lhe foi apresentado”.

Ainda no depoimento, Moro também negou interferência no caso Adélio:

“Ao contrário, solicitou à Polícia Federal o máximo empenho e ainda chegou a informa à AGU, na pessoa do Ministro André Mendonça, da importância de que a AGU ingressasse na causa para defender o acesso ao celular, não pelo interesse pessoal do Presidente, mas também pelas questões relacionadas à Segurança Nacional.”

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