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Moro lembra que Haddad queria a regulação da imprensa

Em seminário nesta segunda-feira (3) na capital da Espanha, o futuro ministro da Justiça disse que trocou o judiciário pela política por estar “cansado de tomar bola nas costas”.

O seminário foi promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade, presidida pelo Nobel de Literatura peruano Mario Vargas Llosa, que mediou a mesa.

Lembrado pelo renomado escritor sobre o rótulo de fascista de Jair Bolsonaro, o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, respondeu:

Não vislumbro no presidente traço de autoritarismo. O próprio reiteradamente afirmou seu compromisso com a democracia e com o Estado de Direito. Era o principal candidato opositor [Fernando Haddad] que, a rigor, tinha propostas de controle social da imprensa e do Judiciário.

Questionado sobre a divulgação das delações do ex-ministro Antonio Palocci a seis dias do primeiro turno, Moro reforçou seu posicionamento dizendo que ninguém poderia saber que o capitão reformado seria eleito.

“Ninguém antevia que ele seria eleito. Não tem nada a ver uma coisa com a outra”, disse Moro, segundo a Folha de S. Paulo.

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