Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch
Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch

Mourão cita exemplos de momentos onde o STF extrapolou

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Mourão elogia projeto de saneamento aprovado no Senado
Imagem: José Cruz/Agência Brasil

Mourão apontou “ações em que o Judiciário não precisava se intrometer”.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, citou dois exemplos de decisões na qual o Supremo Tribunal Federal (STF) extrapolou os seus limites.

Em entrevista à revista Época, Mourão criticou a barração na indicação do delegado Alexandre Ramagem como o diretor-geral da Polícia Federal (PF) e a reversão da medida do Executivo de repatriar diplomatas da Venezuela.

“São ações em que o Judiciário não precisava se intrometer”, disse Mourão.

No caso de Ramagem, Mourão avalia que o “presidente tem autonomia para nomear quem ele quiser”:

“Aí chega um partido político e entra no Judiciário contra uma decisão do presidente, e o Judiciário acaba sendo o quê? Uma linha auxiliar de uma luta política. Porque se o presidente estivesse nomeando para a direção-geral da Polícia Federal alguém que não fosse do ramo, tivesse pego o ascensorista do Planalto e dissesse ‘Agora, você vai ser o diretor’, ou pegasse e nomeasse algum amigo dele que não fosse da Polícia Federal, aí eu acho que poderia haver uma violação dos princípios da administração pública.”

Mourão contestou a justificativa do ministro do STF, Luís Roberto Barroso, de que a repatriação dos diplomatas do ditador Nicolás Maduro não poderia ocorrer em meio à pandemia do novo coronavírus:

“Foi um assunto acordado entre os dois países, teriam 60 dias para fazer. Embarcava os caras num avião da Força Aérea, acertava isso e os largava lá em Caracas, como nós fizemos com os nossos.”

Compartilhe

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no telegram
Compartilhar no reddit
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email