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Mourão propõe aval conjunto de Temer e Bolsonaro a acordo Embraer-Boeing

Mourão propõe aval conjunto de Temer e Bolsonaro a acordo Embraer-Boeing
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O Palácio do Planalto recebeu nesta segunda-feira (17) o documento com detalhes do acordo entre Boeing e Embraer, após as empresas chegarem a um acordo sobre o contrato.

Dono de uma ação especial na companhia brasileira, a chamada “golden share”, o governo precisa dar aval para o negócio. O prazo para a avaliação é de 30 dias e termina em 16 de janeiro de 2019.

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, disse que, se Michel Temer procurar Jair Bolsonaro para tratar do tema, o aval pode sair rapidamente.

O desenho do negócio, anunciado nesta segunda, avalia a área de jatos comerciais da Embraer em US$ 5,26 bilhões, com o pagamento de US$ 4,2 bilhões à brasileira pela Boeing por 80% do negócio.

Após o governo receber detalhes do negócio, Mourão defendeu o esforço para acelerar a união das duas companhias.

“O negócio pode ser decidido de comum acordo. Se os dois conversarem e concordarem. Aí, já podem fechar isso”, disse.

O vice-presidente eleito classificou o acordo como “fundamental”, já que a maior concorrente da brasileira, a canadense Bombardier, está aliada à Airbus, maior rival da Boeing.

Temer e Bolsonaro apoiam a união das empresas. Nos últimos meses, Temer disse repetidas vezes que pretendia dar aval de imediato. No entanto, com o atraso nas negociações e o acordo fechado a duas semanas do fim do mandato, ele tem sido aconselhado a deixar a missão para o sucessor.

Desde a eleição de Bolsonaro, as duas fabricantes não conversaram com a equipe de transição nem com o presidente eleito. Fontes que acompanharam a negociação pelo lado das empresas argumentam, porém, que “há segurança” de que o novo governo apoia a operação.

Após a aprovação do governo brasileiro, o acordo terá de vencer o crivo dos órgãos antitruste no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa e na China.

Adaptado da fonte ISTOÉ

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