Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch
Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch
- PUBLICIDADE -

MP rebate procurador indignado com salário de R$ 24 mil

Tarciso Morais

Tarciso Morais

MP rebate procurador indignado com salário de R$ 24 mil
COMPARTILHE

Órgão informa que não há projeto em andamento sobre adoção de benefícios para a carreira.

As declarações do procurador do Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), Leonardo Azeredo dos Santos, sobre as dificuldades enfrentadas com seu salário de R$ 24 mil repercutiram negativamente.

Azeredo tornou-se conhecido em todo o Brasil, nesta segunda-feira (9), ao revelar durante uma reunião do MP mineiro, o “drama pessoal” de ter que “sobreviver” com seu salário de procurador.

Em resposta ao “lamento” do integrante da instituição, o MP-MG distribuiu nota com a seguinte explicação:

“Não há nenhum projeto em andamento sobre a adoção de benefícios pecuniários para a carreira de membros (procuradores e promotores de Justiça) ou de servidores, em vista da grave crise financeira vivenciada pelo estado e da necessidade de observação da Lei de Responsabilidade Fiscal para gastos com pessoal.”

Confira a íntegra da nota do MP-MG, conforme divulgado pela revista Veja:

“Em relação à 5ª sessão extraordinária da Câmara de Procuradores, realizada no dia 12 de agosto, para discussão da proposta orçamentária para 2020, na qual houve manifestação de cunho pessoal de um dos integrantes do colegiado sobre a política remuneratória da instituição, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) informa que não há nenhum projeto em andamento sobre a adoção de benefícios pecuniários para a carreira de membros (procuradores e promotores de Justiça) ou de servidores, em vista da grave crise financeira vivenciada pelo estado e da necessidade de observação da Lei de Responsabilidade Fiscal para gastos com pessoal.

Frente a essa realidade o MPMG informa ainda que vem tomando medidas de austeridade para aumentar a eficiência administrativa e reduzir os gastos, principalmente com pessoal. Esse conjunto de medidas tem se mostrado eficiente para manter o Ministério Público dentro do limite legal de 2% da Receita Corrente Líquida.

Diante da mencionada crise financeira e no intuito de garantir a capacidade da instituição de continuar atendendo às necessidades atuais e futuras da sociedade, a administração e os colegiados do MPMG (Câmara de procuradores de Justiça e Conselho Superior do Ministério Público) vêm debatendo continuamente a respeito de novas medidas que possam vir a ser tomadas sem, entretanto, haver ainda definido sobre tais iniciativas.”

- PUBLICIDADE -
Error: Embedded data could not be displayed.
TÓPICOS
COMPARTILHE
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no telegram
Compartilhar no reddit
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email
VEJA TAMBÉM
Error: Embedded data could not be displayed.