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MPF não considera crime Mourão defender possível intervenção militar

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O general da reserva Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), limitou-se a expor um pensamento e não cometeu crime ao defender em setembro de 2017 a possibilidade de intervenção militar como solução para a crise política no país.

A interpretação é do Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal, que, por meio do procurador Ivan Marx, decidiu no último dia 1º arquivar uma investigação aberta para apurar o caso.

Em setembro de 2017, quando o general Hamilton Mourão ainda estava na ativa no Exército, ele defendeu a ideia, em um evento em Brasília, em uma loja maçônica, logo após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciar o presidente Michel Temer pela segunda vez ao STF (Supremo Tribunal Federal) por obstrução de justiça e por liderar uma organização criminosa.

O procurador da República responsável, Ivan Marx, arquivou o PIC por entender que a declaração “não teve caráter de propaganda em público e não objetivou incitar terceiros”.

No mesmo documento, Marx ressaltou, porém, que uma intervenção militar seria “ilegal e inconstitucional”.

 

Adaptado das fontes O Antagonista | Yahoo!
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