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MST planeja ocupações em massa para contrapor Bolsonaro

Grupos de extrema-esquerda traçam estratégias para reagir ao esperado aumento da repressão às invasões de terra.

Diante da perspectiva de uma repressão pesada por parte do governo de Jair Bolsonaro, grupos de extrema-esquerda traçaram, como estratégia de enfrentamento, o que chamam de “ações em massa”.

A ideia é promover ocupações de terras públicas com um volume expressivo de pessoas.

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Alexandre Conceição, prometeu:

Não faremos mais ocupações com 20 ou 30 famílias. Teremos uma resistência ativa com 500 a 600 famílias, no mínimo.

Pelas contas do MST, cerca de 120 mil famílias ainda aguardam para serem assentadas no Brasil pela reforma agrária. No entanto, na avaliação do setor, a perspectiva é que essa política permaneça “congelada” pelo governo, ou até mesmo, deixe de existir.

Nesta semana, o pecuarista Nabhan Garcia foi escolhido para a Secretaria Especial de Assuntos Fundiários do próximo governo.

Ao receber o convite, ele disse que sua prioridade no órgão será fomentar a agricultura familiar e dar condições para que o assentado rural consiga produzir.

Ele também deixou claro que o futuro governo terá tolerância zero com invasores de propriedades, conforme noticiou a Renova Mídia.

Adaptado da fonte Metrópoles

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