Jihadistas condenados a 20 anos de prisão por tiroteio em Bruxelas

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Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O jihadista francês Salah Abdeslam e seu cúmplice tunisiano Sofiane Ayari foram condenados nesta segunda-feira (23), em Bruxelas, a 20 anos de prisão por sua participação em um tiroteio com policiais três dias antes de sua prisão, em março de 2016 na capital belga.


Esta é a primeira vez que um tribunal confirma uma sentença contra Abdeslam, único sobrevivente do grupo terrorista que atacou Paris, em 13 de novembro de 2015, provocando 130 mortes e que, desde então, até sua prisão em Bruxelas, quatro meses depois, foi o homem mais procurado na Europa.

Salah Abdeslam, de 28 anos, preso na periferia da capital francesa há dois anos, não estava presente na leitura da sentença, assim como Sofiane Ayari, de 24 anos.

De acordo com informações da revista Isto É:

Na sentença o juiz considerou que não há dúvidas da ligação dos réus com o radicalismo e considerou ambos culpados por tentativa de homicídio de caráter terrorista.

Os dois também foram condenados a indenizar as vítimas, entre eles um policial gravamente ferido, com 500.000 euros.

Em 15 de março 2016, durante uma batida em um apartamento supostamente vazio em Forest, subúrbio de Bruxelas, dentro das investigações pelos atentados de Paris, as equipes de policiais belgas e franceses foram recebidos a balas.

Quatro dos policiais ficaram feridos e um jihadista, um argelino de 35 anos, morreu enquanto cobria a fuga de Ayari e Abdeslam, que foram identificados por traços de DNA recolhidos pelos investigadores.

Durante o processo, um dos advogados da parte civil, Tom Bauwens, relatou que um dos policiais feridos, membros das forças especiais, nunca mais pôde se reintegrar ao trabalho por causa das lesões cerebrais que sofreu ao ser baleado.

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