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Mulher que acusou indicado de Trump de estupro admite que mentiu

Mulher que acusou indicado de Trump de estupro admite que mentiu

Mulher que acusou o juiz Brett Kavanaugh de estupro reconheceu que mentiu para evitar a confirmação do indicado de Trump à Suprema Corte dos Estados Unidos.

Segundo informações desta sexta-feira (2) da Comissão de Justiça do Senado, a mulher justificou dizendo que estava “furiosa”.

Judy Munro-Leighton reivindicou a autoria de uma carta anônima que recebeu em setembro a senadora democrata Kamala Harris, membro da Comissão, acusando Brett Kavanaugh e outro homem de tê-la estuprado “várias vezes cada um” em um veículo.

A carta estava assinada sob o pseudônimo de “Jane Doe” e Kavanaugh negou naquele momento as acusações que continha, que por serem pouco específicas não receberam muita atenção dos senadores.

No começo de outubro, Judy entrou em contato com o Comitê com um e-mail no qual reivindicou a autoria da carta a Kamala, manteve o que nela estava escrito e afirmou que “tinha muito medo” de que seus dados fossem revelados.

A identidade de Judy, de fato, não foi divulgada à opinião pública na época.

Após vários tentativas ao longo de outubro para corroborar sua denúncia, os investigadores da Comissão puderam falar com a mulher na quinta-feira, quando reconheceu que ela não era na realidade “Jane Doe” e que, de fato, não conhecia Kavanaugh pessoalmente.

A mulher disse que “só queria chamar a atenção” e que era uma “tática” para evitar a confirmação de juiz indicado ao Supremo pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Apesar de toda a gritaria da grande mídia e do Partido Democrata, Kavanaugh foi confirmado pelo Senado dos EUA no dia 6 de outubro e nesse mesmo dia assumiu a posição de juiz do Supremo.

 

Adaptado da fonte EFE

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