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Mulheres alvos de estupro de terroristas do Boko Haram e de soldados da Nigéria

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

O estupro tem sido um horror que define a guerra com o Boko Haram, que consume o nordeste da Nigéria há oito anos e se espalhou além de suas fronteiras.

Pelo menos 7.000 mulheres e meninas  da Nigéria suportaram a violência sexual do grupo terrorista Boko Haram. Os jihadistas raptam e violentam as garotas, tratando-as como supostas “noivas” que, geralmente, são compartilhadas entre os militantes.

Mas as forças de segurança nigerianas também violentam vítimas da guerra, atacando as pessoas que deveriam proteger.

Dezenas de casos de estupro, violência sexual e exploração sexual foram relatados em sete campos de deslocados no país, praticados por guardas, oficiais de segurança e membros de grupos de vigilância civis.

Há mais de um ano, o governo da Nigéria prometeu investigar as denúncias de estupro nos campos para deslocados, mas novos casos continuam surgindo com alta frequência.

 

Com informações de: (1)

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