Mulheres ganham espaço na Academia Militar das Agulhas Negras

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Mulheres ganham espaço na Academia Militar das Agulhas Negras
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) recebeu no ano passado a primeira turma com 10% de mulheres do total de 450 cadetes.


Nesta terça-feira (5), a Aman deu início à formação de combate da primeira turma de cadetes com presença de mulheres.

A solenidade de início dos cursos específicos das sete armas do Exército (Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia, Intendência, Comunicações e Material Bélico) marcou uma quebra de paradigma na escola responsável pela preparação de todos os oficiais do Exército brasileiro.

A Turma Bicentenário da Independência do Brasil é composta por 371 Alunos do sexo masculino e 34 do sexo feminino.

Em aproximadamente 40 anos, uma dessas mulheres poderá ser a primeira general de quatro estrelas do Brasil.

O comandante da Academia, general Gustavo Henrique Dutra, classificou a data como “histórica” em discurso de saudação às novas turmas, registra o Yahoo.

O Exército já tem presença feminina na organização desde os anos 1990, mas era restrita a áreas de apoio. 

No próximo sábado (9), começa o primeiro ano da segunda turma com presença feminina.

Depois de um primeiro ano de estudos genéricos, a partir do segundo ano tem início a formação específica das Armas. Por enquanto, mulheres só podem se dedicar a Intendência e Material Bélico.

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