88% das mulheres refugiadas na Alemanha não trabalham

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

As mulheres refugiadas na Alemanha raramente trabalham, o que torna a integração ao país muito mais difícil, de acordo com nova pesquisa do Instituto de Economia Mundial (IfW).


Entrar no mercado de trabalho é considerado uma das melhores maneiras para se integrar a uma nova sociedade. No entanto, a grande maioria dos refugiados permanecem desempregados ao chegar na Alemanha.

Apesar da metade dos refugiados do sexo masculino em solo alemão trabalharem, a situação das mulheres é bem diferente: apenas 11,5% delas tem algum tipo de emprego.

Em seus países de origem, elas costumavam trabalhar em empregos informais, a maioria de caráter doméstico. Estas qualidades tem pouca utilidade no mercado de trabalho alemão. Além da baixa qualificação, a pesquisa do IfW indica que as mulheres frequentam menos aulas de alemão, o que reduz ainda mais as oportunidades de emprego.

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O estudo também evidencia os problemas da reunificação familiar: quando as mulheres vêm para perto dos seus maridos na Alemanha, elas têm pouca perspectiva para encontrar trabalho e, como resultado, vivem em um estado de segregação.

O sociólogo Ruud Koopmans já mostrou em seu estudo “Assimilação ou Multiculturalismo” que a baixa participação das mulheres muçulmanas na força de trabalho dos países europeus torna a adaptação das famílias à sociedade ocidental muito mais complicada.

 

Com informações de: [Welt]

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