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Na Câmara, Flávio Bolsonaro diz ser alvo de perseguição política

Na Câmara, Flávio Bolsonaro diz ser alvo de perseguição política
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Flavio Bolsonaro se disse vítima de uma perseguição política lançada com o objetivo de atingir o governo do seu pai.


O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) passou rapidamente pelo Congresso nesta quarta-feira (30). Ele alegou estar sendo vítima de perseguição em relação aos relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontam movimentações bancárias atípicas nas contas dele e de seu ex-assessor, Fabrício Queiroz.

O filho mais velho do presidente da República foi ao Senado para realizar seu registro biométrico para dar início ao seu mandato na sexta-feira, dia 1º de fevereiro de 2019.

“Tem que esperar o Supremo se pronunciar. Está todo mundo vendo que eu sou vítima de perseguição“, disse Flavio em uma breve declaração aos jornalistas que estavam no local.

Ao ser questionado sobre quando iria ao Ministério Público prestar esclarecimentos, Flávio explicou que já havia dito o suficiente. “Não tenho novidade nenhuma”, acrescentou.

Segundo o “Estadão“, o senador eleito pelo Rio de Janeiro também negou que o imbróglio atrapalhe a governabilidade do pai.

“Não tem nada a ver com o governo. Por mais que vocês queiram, não tem nada a ver com o governo. Estamos muito bem, obrigado. Estamos todos trabalhando bem, com liberdade”, disse ao responder uma pergunta se o governo de Jair Bolsonaro já iniciava apresentando um desgaste.

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