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Na ONU, ONGs criticam Moro e trabalham por Lula livre

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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ONGs alinhadas à extrema esquerda cobram Brasil a garantir “rendição de contas de autoridades responsáveis pelo abuso de poder e corrupção de funções”.

Um grupo de 25 entidades leva à ONU o debate sobre os vazamentos de supostas conversas entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e o procurador da República, Deltan Dallagnol, pelo site The Intercept.

Numa declaração durante o Conselho de Direitos Humanos da ONU, ONGs alertaram que há uma “erosão” da confiança na judicatura e pedem que o governo do presidente Jair Bolsonaro garanta a edição de contas por parte dos implicados.

O debate ocorreu durante a apresentação do relator da ONU, Diego García-Sayán, sobre a independência do Judiciário.

As entidades lembram que, na conclusão do informe de Garcia-Sayán, o relator deixa claro que “juízes e procuradores estão facultados para exercer seus direitos a liberdade de expressão, crenças, associação e reunião, aquando com moderação e preservando a dignidade de suas funções”.

“Neste momento no Brasil, a investigação jornalística do Intercept colocou em questão a imparcialidade e a independência da Operação Lava Jato, a operação brasileira mais reconhecida de luta contra a corrupção”, declararam as entidades.

“A luta contra a corrupção feira sem o devido processo legal e garantias corrompe a confiança no sistema de Justiça. É importante que o Brasil afirme a confiança e a independência de sua justiça, garantindo a rendição de contas das autoridades responsáveis pelo abuso de poder e corrupção de funções neste caso”, completaram as ONGs, segundo o site UOL.

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