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Coreia do Norte envia gays para campos de trabalho forçado

Coreia do Norte envia gays para campos de trabalho forçado

Na Coreia do Norte não há questão de gênero. Os cidadãos desconhecem o tema. Também não sabem do que se trata a sigla LGBTQ.

As informações abaixo foram publicadas pelo escritor Renato Alves em seu Instagram. Elas também estão contidas no seu terceiro livro-reportagem: “O reino Eremita”.

A homossexualidade é considerada um desvio e tratada como crime. A pena para a “prática” vai de alguns anos em campo de trabalho forçado a morte por apedrejamento em praça pública.

Os norte-coreanos com quem tive contato me garantiram não haver homossexuais no país.

Por essa e outras razões, desde criança se aprende que os norte-coreanos são uma raça superior, imune à “contaminação” ocidental. O Estado proíbe o casamento com cidadão de outra nacionalidade. Prega a perpetuação dessa raça pura.

Nas escolas, meninos e meninas têm atividades bem distintas. Em uma instituição de ensino que visitei, fui levado a uma sala de bordado e costura, onde garotas, como a da foto, aprendiam dotes para se tornarem “boas mães e donas de casa”.

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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