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‘Não sou o Dilmo de calças compridas’, diz Bolsonaro

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
'Não sou o Dilmo de calças compridas', diz Bolsonaro
Imagem: Adriano Machado/Reuters

“Eu não sou o Dilmo de calças compridas”, diz Bolsonaro sobre influência nas decisões do Banco Central.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta quarta-feira (31), que não vai intervir no Banco Central.

Em alusão à ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o chefe do Executivo disse que não será o “Dilmo de calças compridas”.

Ao deixar o Palácio da Alvorada, na manhã desta quarta, o chefe do Executivo disse que torce pela redução da taxa básica de juros, a Selic.

“Estou torcendo apenas para que caia a taxa de juros. Cada 1% da taxa Selic são R$ 40 bilhões a mais que a gente gasta por ano. A gente torce, pô. Eu não vou influenciar lá, eu não sou o ‘Dilmo’ de calças compridas.”

Sobre o decreto de programação orçamentária com o detalhamento do chamado contingenciamento de mais R$ 1,44 bilhão em gastos no Orçamento de 2019, segundo o jornal O Globo, Bolsonaro declarou:

“Dá para entender? Eu não quero cortar ninguém. Sou um cara que não sou adepto a isso, mas um orçamento geralmente é superestimado, pessoal infla. Entre uma crítica e o impeachment, quer que eu prefira o quê? Eu tenho que fazer uma opção, cara. E a opção infelizmente é essa. Ontem, discuti novamente um corte relativamente pequeno perto da monstruosidade do Orçamento. Vou ser obrigado a fazer. Tem uma lei e eu tenho que seguir a lei. Não sou ditador, pô.”

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