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Narrativa feminista utilizada para barrar indicação de Trump ao Supremo

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Mulher acusa juiz indicado por Trump ao Supremo dos Estados Unidos de assédio, supostamente cometido cerca de quatro décadas atrás, e não quer depor até o FBI investigar a denúncia.

A mulher quer a Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI) investigando uma suposta agressão sexual cometida pelo juiz Brett Kavanaugh décadas atrás.

Este é o pré-requisito da denunciante para comparecer a uma audiência do Senado, disseram os advogados dela na terça-feira (18).

A denúncia é uma nítida estratégia utilizada pela esquerda norte-americana para atrapalhar um processo de confirmação à Suprema Corte que seguia tranquilamente para Kavanaugh.

A aprovação do juiz indicado pelo presidente Donald Trump para o cargo vitalício no Supremo consolidará um controle conservador sobre a maior instância jurídica dos Estados Unidos.

Segundo informações da Reuters:

Christine Blasey Ford, uma professora universitária da Califórnia, acusou Kavanaugh de atacá-la e tentar despi-la durante uma festa em Maryland em que estava bêbado em 1982, quando ambos cursavam o ensino médio. Kavanaugh classificou as alegações como “completamente falsas”.

O Comitê Judiciário do Senado, que está supervisionando a nomeação, havia convocado uma audiência para segunda-feira para examinar a questão, e a Casa Branca disse que Kavanaugh está pronto para depor.

Em uma carta ao presidente do comitê, o senador republicano Chuck Grassley, os advogados de Christine disseram que é preciso que uma investigação da Polícia Federal norte-americana ocorra primeiro.

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