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Netflix adere a movimento de empresas a favor do aborto nos EUA

Netflix adere a movimento de empresas a favor do aborto nos EUA
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Empresas estão cogitando a possibilidade de deixar de gravar na Geórgia se a legislação antiaborto entrar em vigor.

A Netflix aderiu à iniciativa que várias organizações empreenderam contra as leis antiaborto aprovadas nos últimos meses em vários estados dos Estados Unidos.

A gigante do entretenimento anunciou nesta terça-feira (29) que se unirá a grupos para apresentar um recurso contra a lei aprovada recentemente na Geórgia.

A legislação em questão considera ilegal toda interrupção da gravidez a partir do momento em que se detecta a batida do coração do feto, algo que pode acontecer na sexta semana.

Em comunicado enviado à revista Variety, o chefe de conteúdo de Netflix, Ted Sarandos, disse que a empresa pode deixar de gravar na Geórgia se a legislação antiaborto entrar em vigor.

Desde que o governador republicano, Brian Kemp, assinou a lei antiaborto, algumas personalidades da indústria cinematográfica convocaram boicotes contra esse estado.

Além da Netflix, a Amazon anunciou recentemente que situará fora da Geórgia as locações da sua série “The Power”, uma decisão que também foi tomada pela produtora Lionsgate com “Barb and Star Go to Vista Del Mar”, informa a agência EFE.

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