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Nicolás Maduro ridiculariza exigências do Grupo de Lima

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Maduro foi reeleito em 20 de maio, em um pleito considerado ilegítimo pela oposição e pela comunidade internacional.

Em reunião em Ottawa, no Canadá, nesta segunda-feira (4), a maior parte das nações do Grupo de Lima concordou em adotar sanções financeiras contra a ditadura de Nicolás Maduro e manifestou seu apoio ao líder opositor Juan Guaidó, que se autodeclarou presidente interino do país.

Em uma declaração assinada por 11 de seus 14 membros, o grupo de países das Américas também conclamou a Força Armada Nacional venezuelana a manifestar lealdade ao presidente da Assembleia Nacional e aceitou a solicitação do governo de Guaidó para ingressar no fórum.

Durante ato de comemoração do levante militar do falecido líder Hugo Chávez, em 1992, o ditador da Venezuela declarou:

“Um mais louco que o outro. Este último comunicado é verdadeiramente asqueroso e risível. Não sei se rio, se vomito ou se faço as duas coisas.”

O chavista também aproveitou para ironizar a decisão de 19 países da União Europeia (UE) de reconhecer a liderança de Guaidó.

As nações europeias haviam dado a Maduro até o último domingo 3 para que marcasse um novo pleito. Maduro fez piada:

“Acabou o ultimato. Oh! E agora, quem poderá nos defender?”

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