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Nobel de Química critica números apocalípticos de epidemiologistas

Nobel de Química critica números apocalípticos de epidemiologistas
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“O problema com os epidemiologistas é que eles acham que o trabalho deles é amedrontar as pessoas”, diz Levitt.

O bioquímico e biofísico britânico, Michael Levitt, afirmou que o lockdown imposto para conter o coronavírus no Reino Unido pode não ter salvado vidas.

Levitt é professor da conceituada Universidade de Stanford e vencedor de um prêmio Nobel de Química em 2013.

Em entrevista¹ ao jornal The Telegraph, no último sábado (23), Levitt declarou:

“Acho que pode ter custado muitas vidas. Ele salvou algumas pessoas de acidentes de viação, coisas assim, mas os danos sociais, como abuso doméstico, divórcios, alcoolismo, foram extremos. E você ainda tem aqueles que não foram tratados por outras doenças.”

O bioquímico disse que, ao invés de adotar o lockdown, o governo deveria ter incentivado os britânicos a usar máscaras e aderir a outras formas de distanciamento social:

“Há um grande número de pessoas assintomáticas, então eu imagino que quando o lockdown foi iniciado no Reino Unido, o vírus já estava amplamente disseminado. Poderíamos ter ficado abertos como a Suécia naquele estágio e nada teria acontecido.”

Levitt criticou² ainda as previsões apocalípticas dos epidemiologistas:

“O problema com os epidemiologistas é que eles acham que o trabalho deles é amedrontar as pessoas. Então você diz ‘haverá um milhão de mortes’ e quando existem apenas 25 mil você diz ‘é bom que você tenha escutado meu conselho’. Isso aconteceu com o ebola e a gripe aviária. É apenas parte da loucura.”

Referências: [1][2]
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