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Nova fase da Lava Jato mira fraudes no Sistema S

Advogados de Lula estariam diretamente envolvidos no esquema de tráfico de influência.

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Justiça valida acordos de R$ 700 milhões recuperados pela Lava Jato
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Agentes da Polícia Federal (PF) cumprem, na manhã desta quarta-feira (9), mandados de busca e apreensão em endereços ligados a suspeitos de tráfico de influência no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Tribunal de Contas da União (TCU).

Mais um desdobramento da “Lava Jato”, a operação “E$quema S” investiga o desvio de R$ 151 milhões das seções fluminenses do Sesc, Senac, e Fecomercio.

A investigação concluiu que o grupo criminoso produzia contratos falsos entre escritórios de advocacia e o Sistema S em troca de facilidades no Conselho Nacional do Sesc Nacional, no TCU e no STJ. 

As buscas, que ocorrem em São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, se basearam na delação premiada de Orlando Diniz, ex-presidente da Fecomercio no Rio de Janeiro, e que teve sua delação homologada na semana passada pelo juiz Marcelo Bretas

Um dos endereços alvos da ação policial é o escritório Teixeira, Martins Advogados, responsáveis pela defesa do ex-presidente e ex-presidiário Lula da Silva (PT) na própria Lava Jato.

Roberto Teixeira e Cristiano Zanin, sócios do escritório, estariam diretamente envolvidos no esquema de tráfico de influência, de acordo com a delação feita por Diniz. 

Outra banca citada por Diniz é a de Frederick Wassef, advogado da família do presidente da República, Jair Bolsonaro, também alvo de busca e apreensão nesta quarta-feira, destaca o site Congresso em Foco.

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