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Nova investigação de Moraes mira Allan dos Santos

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Moraes abriu uma nova frente de investigação para apurar organização digital.

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, arquivou o inquérito aberto para investigar supostos atos antidemocráticos ocorridos no 1º semestre do ano passado.

Assim que arquivou o caso, atendendo a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), Moraes abriu uma nova frente de investigação para apurar:

“A presença de fortes indícios e significativas provas apontando a existência de uma verdadeira organização criminosa, de forte atuação digital e com núcleos de produção, publicação, financiamento e político absolutamente semelhante àqueles identificados no Inquérito 4.781, com a nítida finalidade de atentar contra a Democracia e o Estado de Direito.”

Segundo os jornalistas Márcio Falcão e Fernanda Vivas, do portal G1, Moraes apontou que os elementos reunidos pela Polícia Federal (PF) apontam para uma organização que tem atuado contra a “estabilidade institucional“, através da propagação do “discurso de ódio“.

Esta organização pode ter contado com o auxílio de deputados alinhados ao presidente Jair Bolsonaro, como é o caso de Eduardo Bolsonaro, filho do chefe do Executivo, e Bia Kicis, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

A conexão do grupo com os parlamentares era feita a partir das relações do jornalista e ativista político Allan dos Santos, da empresa Terça Livre.

De acordo com a nova investigação de Moraes, que teve alguns trechos citados pelo portal, Moraes diz que a investigação da PF apresentou “importantes indícios” de que Allan “tentou influenciar e provocar um rompimento institucional“:

“A partir da posição privilegiada junto ao Presidente da República e ao seu grupo político, especialmente os Deputados Federais Bia Kicis, Paulo Eduardo Martins, Daniel Lúcio da Silveira, Carolina de Toni e Eduardo Bolsonaro, dentre outros, além e particularmente o Ten-Cel. Mauro Cesar Cid, ajudante de ordens do Presidente da República, a investigação realizada pela Polícia Federal apresentou importantes indícios de que Allan dos Santos tentou influenciar e provocar um rompimento institucional, particularmente nos eventos ocorridos nos dias 20/04/2020, 26/04/2020 e 06/05/2020.”

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Allan dos Santos, fundador do Terça Livre | Foto: Reprodução / Twitter

Essa organização, de acordo com a investigação da PF citada por Moraes, se articularia em núcleos de produção, publicação, financiamento e político:

“O foco desse grupo seria a exclusão dos Poderes Legislativo e Judiciário na tríade do sistema de freios e contrapesos da Constituição, ora atacando seus integrantes, especialmente, no caso do Congresso Nacional, dos Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, e dos ministros do Supremo Tribunal Federal, ora pregando a própria desnecessidade de tais instituições estruturais da Democracia brasileira.”

Moraes ainda afirma que essa organização prega “de maneira direta o afastamento da Democracia representativa“:

“O retorno do Estado de Exceção, a partir do além do uso de meios comuns para a realização dos ataques, observa- se parcial identidade dos sujeitos investigados, pelo uso de contas em redes sociais próprias, pelo controle ou responsabilidade por contas inautênticas, ou referente a pessoas jurídicas, blogs e páginas específicas mantidas na internet.”

Ainda segundo o portal, Moraes cita que o grupo pode ter concretizado parte dos planos de buscar recursos públicos, uma vez que Allan dos Santos e Eduardo Bolsonaro trataram de indicações para Secretaria de Comunicação:

“O objeto econômico do grupo é obter financiamento com verbas públicas para a propagação de ideias antidemocráticas e contra o regime democrático brasileiro e o Estado de Direito.”

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