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‘Nunca pensei que passaria fome’, diz aposentada da Venezuela

'Nunca pensei que passaria fome’, diz aposentada da Venezuela

"Nunca pensei que passaria fome na velhice", diz uma aposentada venezuelana.

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Aos 67, a aposentada Norma Mujica enfrenta uma situação de extrema vulnerabilidade social na Venezuela do ditador Nicolás Maduro

A aposentadoria de Mujica, que começou no valor equivalente a R$ 925 ao mês, agora representa apenas R$ 7 devido à contínua desvalorização da moeda venezuelana. 

A idosa também recebe um adicional para aposentadoria e títulos que o regime chavista distribui para tentar amenizar o colapso social.  

No entanto, ao somar toda a sua renda, o que ela recebe não chega a R$ 27 por mês. 

O valor é suficiente para comprar apenas um quilo de carne no território venezuelano. 

Entre suas prioridades, entretanto, não está a carne, mas os remédios que toma diariamente para regular a pressão arterial. 

Em conversa com a emissora BBC, Mujica declarou: 

“Não consigo comprar uma caixa cheia, mas pelo menos compro meia caixa, que dá 20 comprimidos.” 

E acrescentou: 

“Graças a Deus, estou sem remédio há apenas alguns dias. Às vezes, meu filho faz um esforço e compra para mim. Quando não tomo, não consigo dormir, fico assustada.” 

Enquanto isso, a alimentação da aposentada depende exclusivamente das cestas básicas que o Estado distribui para as pessoas de baixa renda. 

“A cesta chega a cada mês e meio. A última veio com dois quilos de arroz, dois pacotes de farinha para fazer arepas, dois quilos de macarrão, alguns pacotes de grão de bico e café. Desta vez, não veio açúcar.” 

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