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NY Times admite não existir evidência de conluio entre Trump e Rússia

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Crossfire Hurricane. O rock dos Rolling Stones batizou um dos períodos mais conturbados da política norte-americana: a espionagem do FBI contra Donald Trump.

Em matéria publicada no último dia 15 de maio, o jornal The New York Times revelou o codinome de uma operação do FBI, até então secreta. O nome faz referência a um clássico do Rock&Roll da banda Rolling Stones, mas também, ironicamente, previu o furacão de fogo cruzado que teria início em 2016 até o presente momento.

No artigo de mais de 10 páginas, o jornal globalista detalhou algumas das motivações, origens e desdobramentos desta operação que teve início antes das eleições presidenciais de 2016, envolvendo Donald Trump (Republicanos) e Hillary Clinton (Democratas), bem como inúmeros outros nomes de peso envolvidos.

Logo após o fechamento da investigação do FBI que averiguou informações sobre um possível mal uso de servidores de e-mail por parte de Hillary Clinton, bem como de sua campanha, a operação codinome Crossfire Hurricane teve início.

O objetivo seria verificar possíveis ligações e/ou ações entre membros oficiais e conselheiros da campanha de Donald Trump com empresas, organizações e indivíduos da Rússia que supostamente tentavam causar danos à candidatura da oponente de Trump nas eleições presidenciais, noticiou o jornal.

A operação era de tal forma sigilosa que apenas um número pequeno de oficiais do FBI foram informados dos detalhes acerca do conteúdo da investigação e suas ações, dada sensibilidade do que poderia ser encontrado no decorrer da operação, conforme discorre o The New York Times. Apontando ainda que muitos agentes próximos teriam sido mantidos propositalmente no escuro para evitar vazamentos para o público.

A operação teve início poucos meses antes das eleições ocorrerem, quando a briga entre Trump e Hillary se mostrava a cada dia mais acirrada, incluindo trocas de farpas e acusações de ambos os lados diariamente.

A matéria publicada pelo jornal causou alvoroço imediato em muitos veículos de mídia mundo afora, especialmente de mídia alternativa e segmento online, que hoje representa concorrência direta aos meios de comunicação tradicionais (mainstream media ou MSM).

Tudo isso por uma razão simples. Trump, seus apoiadores e boa parte da mídia independente acredita que toda investigação envolvendo Trump e a Rússia está sendo conduzida com o único objetivo de prejudicar o atual presidente norte-americano. Afinal, até o momento, quase dois anos depois, nenhuma acusação formal de ação ilegal ou criminosa relacionando o presidente Donald Trump (ou de sua campanha) com a Rússia foi apresentada.

O jornal Epoch Times também discorreu sobre este assunto:

Não existe evidência de conluio. Pelo contrário, os funcionários envolvidos na investigação, como o ex-diretor de inteligência nacional (DNI), James Clapper, afirmaram publicamente que suas investigações não encontraram qualquer evidência de conluio, registrado sob juramento perante o Congresso.

“Um ano e meio depois, nenhuma evidência pública surgiu ligando os conselheiros de Trump ao hacking [russo] ou ligando o próprio Trump aos esforços disruptivos do governo russo”, informou o artigo do NYT de 16 de maio.

Outra grande revelação no artigo é que os agentes do FBI envolvidos na investigação usaram documentos de segurança nacional para espionar a campanha de Trump.

Trump sugeriu pela primeira vez que ele foi espionado pela gestão Obama numa mensagem de Twitter em março de 2017, após a qual ele foi ridicularizado por vários políticos e organizações de mídia, incluindo o New York Times.

A matéria do New York Times prepara o terreno para a divulgação de um memorando elaborado pelo Inspetor Geral do Departamento de Justiça que supostamente exibirá os mandados ilegais, escutas não autorizadas e até espionagem contra Trump e sua campanha pelo FBI e, muito provavelmente, pela administração de Barack Obama.

Já é muito discutido no Congresso a forma como a missão secreta do FBI contra Trump parece ter sido criada para prejudicá-lo e favorecer a candidata derrotada, Hillary Clinton.

Podemos então concluir que um furacão ainda maior está por vir nos Estados Unidos.

 

Adaptada da matéria do NY Times pelo voluntário Daniel Lobo

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