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O “bunker da propina” da Odebrecht

O “bunker da propina” da Odebrecht
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Sala comercial em prédio da Avenida Faria Lima, em São Paulo, armazenava notas de dinheiro da empreiteira Odebrecht para pagar propina a políticos e seus operadores.


Uma sala comercial no terceiro andar de um prédio na Avenida Faria Lima, que é o principal corredor financeiro de São Paulo, foi utilizada pela Odebrecht como “bunker” para armazenar notas de dinheiro.

A verba era obtida por doleiros com lojistas chineses da região da 25 de Março para a Odebrecht pagar propina e caixa 2 a políticos e agentes públicos na capital paulista.

Planilha da transportadora de valores Transnacional, usada pela empreiteira no esquema, mostra que R$ 15,5 milhões foram coletados no endereço e levados até a sede da empresa, na Vila Jaguara, em 37 viagens feitas entre setembro de 2014 e maio de 2015, informa o Metrópoles.

Nos dias seguintes às retiradas de dinheiro, os valores eram entregues por policiais militares à paisana aos intermediários dos políticos em residências, escritórios e quartos de hotéis.

Neste domingo (21), como noticiou a RENOVA, ficamos sabendo que a mesma planilha indica que ao menos 187 entregas de dinheiro programadas pela Odebrecht foram efetivadas pela Transnacional.

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