O desabafo do diretor de teatro boicotado pela esquerda

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O desabafo do diretor de teatro boicotado pela esquerda
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

“Minha carreira praticamente acabou”, diz diretor de teatro boicotado por declarar apoio a Bolsonaro.


O diretor de teatro Roberto Alvim, que acusa o Serviço Social de Comércio (Sesc) de ter cancelado sua peça por causa do seu apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro, concedeu entrevista ao jornal Gazeta do Povo na última sexta-feira, dia 7 de junho.

Logo no início da conversa, Alvim informou:

“Estou aqui no meio dos escombros do teatro, porque a gente está fazendo a mudança, tirando equipamentos de luz, som, cadeiras, tudo. Estou fechando meu teatro no dia 25. Hoje, a minha carreira praticamente acabou por conta do meu apoio ao presidente Jair Bolsonaro e por conta da minha admiração declarada ao professor Olavo de Carvalho.”

Nascido no Rio de Janeiro, o dramaturgo tem 45 anos e dirige peças de teatro desde os 18.

Alvim vivia das oficinas de atuação que realizada no Club Noir, quatro ao ano, sempre com cerca de 15 alunos, e também chegou a dirigir 16 peças por ano.

Tudo isso acabou depois que ele declarou apoio ao candidato à presidência Jair Bolsonaro.

Na entrevista, Roberto Alvim explica que era de esquerda, mas que após decidir se alinhar politicamente à direita percebeu que não tinha mais espaço no teatro nacional:

“Eu tive uma conversão bem radical de dois anos para cá. Tive um problema de saúde muito sério, descobri um tumor no intestino. Até fazer a biópsia, eu me considerava condenado à morte. Esse tumor na verdade era benigno, mas estava causando uma série de problemas, e eu estava muito mal. Tenho 1,90 m de altura e estava pesando 75 quilos. Tinha febre permanentemente. Até que um dia, chegando em casa depois de uma noite no hospital, a babá do meu filho, que era evangélica, pediu para fazer uma oração. Falei para ela sair do meu quarto. Como todo intelectual, eu era ateu convicto. Mas a minha mulher falou, ‘deixa ela fazer a oração, mal não fará’. E ela colocou a mão na minha cabeça e começou a orar. E eu senti uma energia, uma luz. Eu levantei da cama, no dia seguinte fui para o hospital, o tumor tinha praticamente desaparecido. Foi um milagre.”

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