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O expurgo de Erdogan continua na Turquia

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
O expurgo de Erdogan continua na Turquia

O suposto golpe fracassado de 2016 na Turquia aprofundou a sensação de perseguição entre os opositores do regime islâmico de Erdogan.

Passados mais de dois anos após a suposta tentativa de golpe, o regime de Recep Tayyip Erdogan continua a processar os suspeitos de envolvimento com o homem acusado de organizar o complô, o clérigo muçulmano Fethullah Gulen.

Quase 3 mil agentes dos serviços de segurança e civis já foram condenados por autoridades leais ao líder islâmico.

A repressão foi ampliada para incluir toda uma classe de opositores políticos, com o governo expurgando milhares do judiciário e dos meios acadêmicos, bem como da polícia e das forças armadas. As detenções prosseguem praticamente toda semana.

Os julgamentos em massa têm um longo histórico na Turquia e foram usados com frequência após golpes, até mesmo por alguns dos acusados de agora.

No entanto, a dimensão do processo atual é algo que praticamente não encontra paralelo no Ocidente, registra o Estadão.

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